A
maioria dos livros de Biologia que adotam a concepção
evolucionista apresenta como “prova da evolução”
os famosos “tentilhões de Darwin”, encontrados
nas Ilhas Galápagos. Nessas ilhas, situadas a aproximadamente
1.000 km a oeste do Equador, vivem 13 diferentes “espécies”
de tentilhões. Esses tentilhões diferem também
das formas existentes no continente, em tamanho, coloração
das penas, forma e tamanho do bico. Como “espécie”
originária supõe-se um tentilhão terrestre do
continente sul-americano, e, sob o prisma evolucionista, a diversificação
das espécies nas ilhas comprovaria a veracidade da “origem
das espécies por seleção natural”.
No entanto, as diferentes
“espécies” podem entrecruzar-se e gerar descendentes.
Isto as descaracteriza como espécies distintas, tanto no sentido
evolutivo, quanto no sentido meramente classificatório. Acontece
com eles, na realidade, algo semelhante ao que se passa com os cães,
que
em suas mais de 300 “espécies” não são
considerados como espécies distintas, mas apenas como “raças”
ou variedades de uma só espécie – a espécie
canina. Observe que essa diversidade canina jamais foi exposta como
argumento a favor da evolução! |
1 – tentilhão da ilha do Coco
2 – tentilhão canoro das ilhas Galápagos
3 – tentilhão pica-pau
4 – tentilhão de árvores dos mangues
5 – pequeno tentilhão de árvores, de pequeno porte
6 – tentilhão médio de árvores, de médio
porte
7 – tentilhão médio de árvores, de grande
porte |
8 – tentilhão de árvores frondosas
ou perenes 9 – tentilhão de cactos, de
grande porte
10 – tentilhão de cactos, de pequeno porte
11 – tentilhão comum, de bico fino
12 – tentilhão comum pequeno
13 – tentilhão comum médio
14 – tentilhão comum de bico grosso |
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